Aplicação estável pode render de 7% a 11%

Renan Barros - 23 de agosto de 2016

Os investidores brasileiros estão diversificando o patrimônio nos Estados Unidos.  De acordo com nossa base de clientes, a maioria optou por começar com imóveis para renda e acabou concentrando seus investimentos aqui conosco. O que não escutamos deles foram planos de querer aumentar a exposição de seu patrimônio em ações, aqui ou no exterior, e os motivos são lógicos.

O perfil de investidor que chega até nós é o conservador, mas que quer tirar seu dinheiro do Brasil por causa da instabilidade política e rentabilidade ruim dos imóveis nacionais, impactados pela crise econômica e, consequentemente, por um mercado financeiro oscilante. Em 2015, as perdas da Bovespa chegaram a 13%, a terceira queda anual.

Por ser conservador ou estar cansado de assistir aos prejuízos no mercado financeiro, percebemos a migração crescente desse público para os imóveis de investimento no exterior. De fato, estes oferecem mais segurança, pois, na maioria das vezes, já são adquiridos com inquilino – no caso de prédios, os imóveis contam com cerca de 95% da ocupação – e, acima de tudo, sua rentabilidade é muito maior, entre 6,0% e 11%, por sofrerem menos com especulações. No Brasil, um imóvel hoje tem rentabilidade média entre 2% e 5% (e em R$).

Um imóvel para rendimento nos Estados Unidos, no modelo buy and hold” ou “buy and flip de casas unifamiliares, pode apresentar rendimentos líquidos, em dólar, de 6% a 12,5% ao ano.

rendimento

Fatores importantes na hora de escolher um imóvel para rendimento são os custos operacionais. Entre eles, baixos impostos de propriedade, custo de condomínio barato ou inexistente e pouco valor de seguro.

Se você acha que chegou o momento de diversificar as suas aplicações, atente-se para um item muito importante: a empresa que fará a gestão imobiliária profissional para a sua aplicação em imóvel para renda. Alguns conselhos:

  • Verifique se a gestora foca os interesses do proprietário e, ao mesmo tempo, dá um tratamento correto ao inquilino;
  • Atenção para a seleção dos inquilinos, que deve ter critérios rigorosos para evitar problemas. Aqui na Ativore, temos o hábito de incluir visita surpresa a potenciais moradores;
  • Quanto mais longo o contrato, melhor – uma boa prática são três anos, com opção de compra do imóvel para o inquilino ao final do contrato de aluguel;
  • Transparência na gestão é fundamental. É seu direito ter acesso aos extratos mensais online e pagamento de despesas;
  • Depósitos mensais ou trimestrais são os mais vistos atualmente;
  • Visitas periódicas com relatórios de inspeção dão segurança para quem investe remotamente em casas unifamiliares;
  • Os custos de despejo devem constar na taxa de administração já paga, sem custos extras para o proprietário.

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Esperamos que este breve artigo tenha contribuído para despertar sua curiosidade e, principalmente, sua vontade de experimentar o mercado imobiliário externo.

Até a próxima!

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